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13/09/2021

Resistência insulínica: a condição silenciosa que leva à diabetes

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Resistência insulínica: a condição silenciosa que leva à diabetes

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem como principal função controlar a glicemia. Em outras palavras, ela facilita a entrada de glicose nas células, Em pessoas diabéticas, ocorre escassez em sua produção e o organismo passa a ter problemas para conseguir metabolizar adequadamente os açúcares presentes nos alimentos. Culminando assim, em um quadro de hiperglicemia, ou seja, excesso de açúcar no sangue.

Existem três formas de diabetes. De tipo I, II e gestacional. A diferença entre elas se dá em função de sua origem. A primeira é uma doença autoimune que bloqueia totalmente a produção de insulina. Enquanto isso, na segunda, o pâncreas ainda a produz, porém, de forma insuficiente, não conseguindo ser totalmente metabolizada em consequência da resistência insulínica que ocorre nos músculos e nos órgãos. Por fim, a terceira ocorre temporariamente durante a gestação.

Como se inicia a resistência insulínica?

A diabetes do tipo II pode ter uma origem genética, mas a maior parte dos casos tem início em decorrência de múltiplos fatores como a obesidade, alta ingestão de carboidratos simples e a falta de exercícios físicos. Quando não tratada no tempo e da maneira certa, diversas comorbidades podem surgir como cegueira, insuficiência renal, infarto e AVC. 

Essa é uma doença silenciosa. É possível que se passem muitos anos até que você perceba seus sintomas. Mas, é sabido que antes que a diabetes ocorra de fato, os pacientes apresentam um quadro de resistência insulínica. Isso porque, com o aumento da circulação de açúcares no sangue, o pâncreas dá início a uma produção excessiva de insulina para metabolizar essa demanda de entrada de glicose nas células. 

Com isso, as células passam a encontrar dificuldades em assimilar tamanha quantidade de hormônios, gerando a hiperinsulinemia. 

Quais as principais causas da hiperinsulinemia? 

Como já mencionamos, a resistência insulínica pode ter um fator genético associado. Neste caso, desde sua formação, o pâncreas não consegue produzir a quantidade de insulina necessária para a metabolização da glicose nas células. Outras vezes, esse processo se dá gradualmente. Entretanto, os principais fatores geradores desta condição estão relacionados aos hábitos adotados. Confira abaixo.

Obesidade

A obesidade é considerada a principal causa, principalmente quando se concentra na região abdominal. As células adiposas, ou adipócitos, armazenam a gordura sob a pele e ao redor de alguns órgãos. Quando estão com grande quantidade de moléculas orgânicas como os lipídios (gorduras) em seu interior, elas passam a produzir substâncias inflamatórias, dando início ao processo de hiperinsulinemia.

Qual o diagnóstico e tratamento disponíveis?

A hiperinsulinemia é uma doença sem sintomas aparentes. Atinge pessoas de todas as idades e, além de causar diabetes, também favorece os quadros de obesidade, ovários policísticos e outras doenças. Devido a sua gravidade e por ter uma evolução gradual, um diagnóstico precoce auxilia no seu controle.

Por conta de sua característica assintomática, os médicos, geralmente, investigam as alterações por meio de um exame de glicemia em jejum. Porém, muitas vezes, os resultados ficam dentro dos valores de referência em resposta aos níveis elevados de insulina. Para estes casos, é realizado um rastreio metabólico, em especial, em pacientes com sobrepeso, obesidade e esteatose hepática.

Como exemplo de outras abordagens para realização de diagnósticos podemos citar:

• Glicemia e insulinemia basais e após sobrecarga oral de glicose;

• Prova de supressão da insulina;

• Teste de tolerância à insulina;

• Teste de tolerância à glicose.

É fato que a hiperinsulinemia pode acontecer com qualquer indivíduo. Ainda que sustente um bom histórico médico, se você relaxar a dieta e abandonar atividades físicas como exercícios aeróbicos ou de força, você corre o risco de, futuramente, desenvolver diabetes. Outro ponto que é preciso salientar é a importância da atenção com a obesidade infantil. Devido ao seu caráter congênito, muitas crianças sofrem com essa doença sem saber.

Busque uma alimentação saudável, com ingestão adequada de nutrientes. Preferencialmente, procure acompanhamento de um profissional para desenvolver uma dieta que supra as suas necessidades metabólicas. Institua na sua rotina a prática de exercícios físicos, se possível, 30 minutos por dia.

Fonte CMM 


15/08/2021

Variantes da Covid-19: você sabe diferenciar as nomenclaturas?

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Variantes da Covid-19: você sabe diferenciar as nomenclaturas?

 

A OMS (Organização Mundial da Saúde) deu novos nomes às variantes de preocupação, ou seja, as versões dos vírus da Covid que apresentam maior taxa de transmissão, maior gravidade dos sintomas ou mais resistência às medidas de contenção, como as vacinas.

Alfa: É a variante B. 1. 1. 7, identificada pela primeira vez no Reino Unido em setembro de 2020. Estudos apontam que sua transmissão é 50% maior que o coronavírus original e os sintomas causados por sua infecção são mais severos.

Beta: É a variante detectada pela primeira vez na África do Sul em dezembro de 2020. A ela são atribuídas características como transmissão 50% maior e menor suscetibilidade e anticorpos de pessoas recuperadas e vacinas.

Gama: Dominante no Brasil, ela é creditada como responsável pela onda de infecções que atingiu nosso país em 2021. Acredita-se que seja menos suscetível a anticorpos e vacinas que atuam contra o vírus original.

Delta: Foi descoberta na Índia em outubro de 2020 e é uma das versões que causa mais preocupação atualmente. Sua transmissibilidade é maior que a do vírus original, além de ser potencialmente mais resistente a vacinas.

De acordo com a Anvisa, os exames disponíveis no Brasil são capazes de reconhecer diferentes variantes do novo coronavírus, incluindo a variante Delta, recentemente identificada. O RT-PCR e o Teste do Antígeno que utilizamos detecta o Sars-Cov-2, porém, para a identificação das variantes deve ser realizado o teste de genotipagem de variantes para Covid-19, que detecta a Zeta (P.2) Alfa (B.1.1.7)Beta (B.1.351) Kapa (B.1.671.1) Delta (B.1.671.2) P.4.

 


03/08/2021

Lab Vita explica: por que os exames de Covid-19 podem dar falso-positivo ou falso-negativo?

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Lab Vita explica: por que os exames de Covid-19 podem dar falso-positivo ou falso-negativo?

Todo exame sorológico, ou seja, exames que medem os anticorpos produzidos após o contato com um agente infeccioso, podem dar falso-positivo ou falso-negativo.

Como a Covid-19 é uma doença nova, ainda não se sabe detalhadamente como se dá a produção dos anticorpos. Hoje, sabe-se que eles começam a ser produzidos após o sétimo dia do início dos sintomas; no entanto o período ideal para que eles sejam analisados é após três semanas. Sabe-se, também, que pacientes assintomáticos ou com poucos sintomas produzem menos anticorpos do que pacientes com quadros mais graves da doença.

Também já foi constatado que nem todos os pacientes da Covid-19 produzem anticorpos. Assim, mesmo pacientes que tiveram a doença confirmada pelo exame RT-PCR podem receber resultado negativo no teste sorológico. Além disso, anticorpos produzidos contra outras doenças podem reagir aos testes sorológicos para Covid-19, levando a um resultado falso-positivo.

No caso do RT-PCR, ou teste molecular, também pode haver o resultado falso-negativo. Isso acontece porque, apesar de ser considerado padrão ouro para o diagnóstico da Covid-19, sua sensibilidade não é de 100%. O resultado falso-negativo do RT-PCR pode estar relacionado, principalmente, à coleta precoce ou tardia, isto é, exame realizado muito no início da doença ou após muitos dias do surgimento dos sintomas. O ideal é que este exame seja feito na primeira semana de sintomas.

Somente um médico pode avaliar com propriedade o resultado dos exames e a necessidade de realização de novos testes, considerando o histórico do paciente, seus sintomas e se houve ou não contato com o vírus.


26/07/2021

Algoritmo para investigação de alergias

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Algoritmo para investigação de alergias

Quando o assunto é o avanço da medicina e das áreas correlatas, é impossível dissociar esse tema das inovações tecnológicas. Afinal, cada vez mais o mercado de saúde e bem-estar é beneficiado pelo surgimento de novas soluções, dispositivos e técnicas. E sempre alinhado com essas inovações, o Lab Vita quer sempre oferecer aos seus clientes o que há de melhor no mercado.

Em nosso laboratório possuímos o algoritmo para investigação. De maneira bem básica, um algoritmo é uma lista de regras a serem seguidas para se resolver um problema. Ou seja, é uma espécie de caminho que leva a uma conclusão específica e pontual para uma determinada situação. O algoritmo é desenvolvido para que as ações sejam realizadas na ordem certa e, conforme os resultados vão se afunilando, mais próximo fica de uma resposta precisa.

Abaixo você pode conferir um exemplo: algoritmo para investigação de alergias.

Glossário:

PHADIATOP: pool dos principais alergenos inalantes e alimentares.

Os algoritmos de diagnóstico médico tem como objetivo sintetizar condutas fundamentadas na literatura. Decisões clínicas são individualizadas e não devem basear-se exclusivamente nos algoritmos.


27/06/2021

Você sabe a importância de fazer o Teste do Pezinho?

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Você sabe a importância de fazer o Teste do Pezinho?

Tecnologia e precisão na detecção precoce de doenças no recém-nascido.

A Triagem Neonatal, também conhecida como Teste do Pezinho, é um conjunto de exames realizado a partir de gotas de sangue do bebê colhidas em papel filtro especial. Como recomendação geral, e para maior efetividade do teste, deve-se realizar a coleta da amostra de sangue do bebê a partir de 48h após o nascimento e até o 5o dia de vida.

Por que fazer o Teste do Pezinho?

O teste permite o diagnóstico precoce de diversas doenças que se apresentam geralmente assintomáticas no período neonatal. Desta forma, é possível promover o tratamento específico, diminuição ou eliminação de lesões irreversíveis como deficiência mental, deficiências físicas e até mesmo a morte.

A realização do Teste do Pezinho assegura inúmeras vantagens, dentre as quais podemos destacar:

Maior quantidade de exames realizados e doenças analisadas em uma única amostra;
Utilização de metodologia de última geração: Espectrometria de Massas em Tandem (EMT);
Testes realizados com maior sensibilidade e especificidade;
Possibilidade de complementar/customizar o teste com qualquer um dos testes disponíveis no menu; Reanálise ou realização de novos exames na mesma amostra de sangue em papel filtro;
Testes confirmatórios para rápido diagnóstico definitivo e início do tratamento, quando necessário;
Laudos de fácil interpretação.

Existem no mercado diferentes tipos de Teste do Pezinho, compostos por grupos de exames distintos. No Brasil, o teste básico deve ser realizado em todo recém-nascido de forma obrigatória, conforme determinação do Ministério da Saúde. Outros tipos abrangem um número maior de exames, sendo cobertos pelos principais planos de saúde.

Outra diferença significativa entre os exames está na tecnologia utilizada para análise. A Espectrometria de Massas em Tandem (EMT) é uma metodologia de última geração e de consenso mundial para utilização em exames da triagem neonatal. Através do emprego desta tecnologia, nosso laboratório disponibiliza diferentes tipos de Teste do Pezinho capazes de identificar mais de 100 condições e doenças.


27/05/2021

Quais são as diferenças entre dengue e COVID?

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Quais são as diferenças entre dengue e COVID?

Ao passo que a jornada para combater a pandemia do novo coronavírus acontece no Brasil, o país também é alvo de surtos de dengue, já que o clima tropical é propício para a transmissão da doença.

Alguns sintomas dessas doenças se confundem, como febre, dor de cabeça e dor no corpo. Em certos casos, o diagnóstico é previamente apresentado como dengue, mas depois é confirmado como COVID-19. E ainda mais: há chances de acontecer uma co-infecção, onde os dois vírus podem infectar uma mesma pessoa ao mesmo tempo. 

A COVID-19 é uma doença respiratória aguda, na qual  as pessoas infectadas geralmente apresentam febre, cansaço e tosse seca, que pode  ser acompanhada de dor de garganta e dificuldade para respirar. Embora a maioria das pessoas apresente sintomas leves, a infecção pode evoluir para doenças respiratórias mais graves, como pneumonia.

Esses sintomas respiratórios não são frequentes na dengue, e apesar de as duas doenças serem febris e causarem dor de cabeça, dor pelo corpo e cansaço, esses sinais são mais intensos quando provocados pela dengue. 

Além disso, a dengue é caracterizada por dores nas articulações, problemas gastrointestinais, manchas avermelhadas pelo corpo, além da queda no nível de plaquetas do sangue o que leva aos sangramentos que caracterizam a forma grave da dengue.

Fonte: Flávia Durães


26/04/2021

Exame de DNA na gravidez

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Exame de DNA na gravidez

O Lab Vita oferece o teste de paternidade não invasivo que pode ser realizado a partir da 9 ª semana de gestação, período médio este onde o DNA fetal está presente em quantidade suficiente para o ensaio, até o final da gravidez.

O exame é feito com uma amostra de sangue da mãe e do suposto pai e não oferece riscos. Os resultados permitem uma probabilidade de paternidade maior que 99,0%. A exclusão é de 100%. O sexo do feto pode ser informado.

Este exame não é indicado nos seguintes casos:

1. Gestação de gêmeos;

2. No caso de mais de um suposto pai, eles não devem ter parentesco de primeiro grau entre si; bem como o suposto pai e gestante, que não podem ter parentesco de até 2o grau;

3. Grávidas que sofreram aborto ou uma gravidez nos últimos 12 meses;

4. Grávidas que realizaram transfusão de sangue nos últimos 6 meses ou transplante de medula há qualquer tempo;

Outras formas de realizar o teste de paternidade: Duo (suposto pai + filho), Trio (suposto pai + mãe _ filho), vínculo genético por reconstituição (suposto pai falecido e irmandade).

Possíveis resultados:

–  Confirmação de paternidade (99,9%);

–  Exclusão de paternidade (100%);

–  DNA fetal circulante insuficiente para uma análise confiável – necessária nova coleta em um período mais tardio da gestação e nova análise;

Para saber o preço, entre em contato conosco pelo WhatsApp 54 99619 0191 ou pelo telefone fixo 54 3522 0191.


14/04/2021

Lab Vita conta com o teste de neutralização SARS-COV2/COVID19, Anticorpos totais

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Lab Vita conta com o teste de neutralização SARS-COV2/COVID19, Anticorpos totais

Você teve COVID-19 ou foi vacinado e deseja saber se seu organismo produz os anticorpos que neutralizam a entrada do vírus na célula?

Teste de neutralização SARS-COV2/COVID19, Anticorpos Totais é indicado para detecção específica de anticorpos de inibição viral gerados pelo organismo após infecção ou vacinação, ou seja, os anticorpos que potencialmente impediriam a ligação do vírus às células e consequentemente sua replicação dentro do corpo. O ideal é realizar o teste após 20 dias do início dos sintomas ou da vacinação, quando a sensibilidade é maior para o teste de anticorpos neutralizantes. Para avaliação pós vacinação, recomenda-se 20 dias após a 2ª dose.

Os resultados do Teste de neutralização SARS-COV2/COVID19, assim como outros testes sorológicos para COVID-19, não devem ser interpretados como uma indicação de imunidade parcial ou absoluta ao vírus.

Este ainda é um tópico em estudo, assim como os níveis e tempo de permanência protetora. Dessa forma, devem ser mantidas as recomendações para controle da pandemia (máscara, distanciamento e higienização das mãos).

O Teste de neutralização SARS-COV2/COVID19, Anticorpos Totais não é indicado para diagnosticar infecção ativa, pois eles apenas detectam anticorpos que o sistema imunológico desenvolve em resposta ao vírus, e não a presença do próprio vírus como faz o RT-PCR.

Informação técnica importante: Este exame avalia a presença de anticorpos totais que impedem o acoplamento do domínio de ligação ao receptor (RBD, do inglês receptor-binding domain) da proteína S1 do SARS-CoV-2, à enzima conversora da angiotensina 2 (ECA2), o receptor celular do vírus. chamados de anticorpos de inibição viral.

Já o Teste de Sorologia convencional, SARS-CoV-2/COVID-19, detectam anticorpos do tipo IgG,  anticorpos Totais, também marcando contato prévio com o vírus, porém não são específicos do tipo neutralizantes.




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